Viva mulheres

mulheresEmbora tenha adquirido, muito por meio da propaganda publicitária, um caráter de comemoração do que se constrói socialmente como feminilidade, o Dia Internacional da Mulher refere-se ao início da greve das tecelãs de São Petersburgo, em 1917, por melhores condições de trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial, um marco da Revolução Russa. Mesmo a escolha da data para essa ação política já trazia consciência da luta feminista: nesse mesmo dia, em 1857, um movimento semelhante, de operárias de uma indústria têxtil de Nova Iorque, foi violentamente reprimido. Em 1908, comerciantes de agulhas nova-iorquinas já o haviam homenageado com uma nova manifestação, que também exigia o voto feminino e o fim do trabalho infantil.

Assim, mais do que uma data para se expressar carinho a mulheres e agradá-las com flores e chocolates, 8 de março mantém vivas a memória da guerra histórica contra a desigualdade de gênero e a consciência de que ainda há batalhas a se travar. Conforme tradução de Marina Góes de uma declaração da ONU, instituição que reconheceu a data apenas em 1977, no Dia Internacional da Mulher de 2009:

Este é um dia em que as mulheres são reconhecidas por suas conquistas sem levarmos em conta quaisquer divisões, sejam elas em virtude de nacionalidade, etnia, língua, cultura, economia ou política. É uma ocasião em que devemos olhar para as lutas e realizações do passado e, mais importante ainda, para que olhemos adiante, para o potencial inexplorado e para as oportunidades que aguardam as futuras gerações de mulheres.

A frase “Nem uma morta a mais”, cunhada, em 1995, pela poeta e ativista mexicana Susana Chávez, assassinada em 2011 por sua luta pelos direitos das mulheres, inspirou o mote “Nem uma a menos”, usado em manifestações por toda a América latina, entre 2015 e 2016, contra o feminicídio e a violência doméstica e de gênero. Com esse grande (e doloroso) exemplo em mente, assim como a declaração da ilustradora feminista Sarah Héricy (Sahr): “Graças a interação do feminismo com a arte, a história vai deixar de ser escrita por homens”, fiquemos com uma expressão de Adélia Prado sobre a mulheridade:

Com licença poética

Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
— dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.

Fantasias para cachorros no carnaval

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A hora do passeio é uma parte essencial da rotina de quem tem um cão. É no passeio que proporcionamos ao dog o gasto de energia de que ele precisa para, por exemplo, não ficar estressado e acabar destruindo a casa ou apresentando comportamento agressivo. Já diziam os cachorreiros: “cachorro cansado é cachorro feliz”. Dessa responsabilidade não podemos fugir nem no Carnaval. Então, que tal aumentar sua diversão com essa atividade entrando no clima e fantasiando seu cachorro? Aposto que vocês farão sucesso — principalmente se toparem com um bloco ou festa de rua. Confira algumas sugestões de fantasia!

 

Fantasia de personagem

Super-Homem, Mulher-Maravilha, Mickey, Minnie, Batman, Minion, Branca de Neve, Homem-Aranha, Yoda, Darth Vader, Ewok, Harry Potter, Dorothy, Chapeuzinho Vermelho, Drácula, Pikachu, Totoro… Uau! Qual o seu personagem favorito? Exibi-lo em seu cachorro pode inclusive favorecer o encontro com pessoas com interesses em comum. ;)

Fantasia de outros animais

Dinossauro, abelha, leão, joaninha, tartaruga, tubarão, aranha, vaca, panda, urso, sapo, coelho, pato, carangueijo, galinha, cavalo de corrida, zebra… Ah! A deliciosa ironia de fantasiar seu cachorro de outro animal.

Fantasia de personalidades famosas

Marilyn Monroe, Bob Marley, Carmen Miranda, Katy Perry, Elvis Presley, Lady Gaga, Michael Jackson… É importante que o “cerumaninho” que inspirou a fantasia tenha uma caracterização marcante!

Fantasia de profissões… y otras cositas más

Bombeiro, enfermeiro, palhaço, marinheiro, bailarina, policial, soldado, presidiário (opa!), pirata, estrela do rock, rei, chef de cozinha, médico, padre, mágico… O que seu cachorro quer ser quando crescer?

 

Use e abuse da sua criatividade e divirta-se, afinal… é Carnaval!

 

(Todas as sugestões de fantasia estão disponíveis, entre muitas outras, no mercado brasileiro, inclusive em lojas on-line.)

 

A educação muda vidas (de todos nós)

educaçãoA universalização do acesso à educação traz benefícios não apenas para o indivíduo que, por meio dela, poderá construir uma vida melhor e mais digna, como para a sociedade, ao trazer novas vivências e ideias para as áreas de produção de conhecimento e atuação profissional. A diversidade pode proporcionar análises e soluções às quais um grupo restrito talvez nunca chegasse se não houvesse uma voz destoante, com uma experiência diferente, apresentando um novo ponto de vista. Nesse sentido, presenciamos nos últimos dias, no Brasil e no mundo, histórias de superação e de inserção de pessoas à margem no sistema educacional de ensino superior. Enquanto a democratização plena do acesso à educação não se torna realidade, que esses exemplos nos inspirem.

Brasil

O detento Rodrigo Antônio Monteiro, 38 anos, cumpre pena na penitenciária Geraldo Beltrão (PB), que propõe a ressocialização dos apenados por meio de leitura e estudo, dispondo de um sistema de ensino e de uma estrutura com biblioteca e sala de aula. Aprovado em primeiro lugar nas vagas reservadas a cotistas, com média 591,82, para o curso de Biblioteconomia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) pelo Enem Para Privados de Liberdade (Enem-PPL) em 2016, Rodrigo aguarda com esperança a confirmação de que poderá cursar a faculdade na modalidade de Educação à Distância.

Já Bruna Sena, 17 anos, estudante de escola pública e moradora de um conjunto habitacional da periferia de Ribeirão Preto (SP), conquistou o primeiro lugar de um dos mais disputados vestibulares do Brasil: o de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), que teve 75,58 candidatos por vaga no exame da Fuvest 2017. A jovem é a primeira pessoa da família a ingressar na universidade e agradece o estímulo dos professores do curso preparatório popular do qual era bolsista. Embora ainda não saiba a área na qual irá se especializar, Bruna tem uma certeza: “atenderá pessoas de baixa renda, que precisam de ajuda”.

Mundo

Amy Carton, de 94 anos, acaba de se formar, com média 4,0 (de 5,0), no curso à distância da faculdade de Artes da Southern New Hampshire University (SNHU), nos Estados Unidos. A senhorinha teve de interromper os estudos em 1964, após se divorciar, para criar os quatro filhos. Em entrevista à revista People, ela conta que nunca abandonou o sonho de se formar, embora a vida “se metesse pelo caminho” e o atrasasse. Também encoraja àqueles que, como ela, tiverem a oportunidade de voltar à escola: “Isso nos faz continuar a viver.” Amy já se matriculou no mestrado e planeja escrever um livro para crianças.

Dieta caseira para pets

Meu primeiro contato com a dieta caseira ou alimentação natural (AN) para pets aconteceu quando um dos meus cães, diagnosticado com insuficiência pancreática, não respondeu bem nem a uma ração de linha veterinária do tipo superpremium, considerada a melhor opção do mercado. Para recuperá-lo de um estado de desnutrição avançado, contei com uma dieta cozida elaborada especificamente para sua condição pela zootecnista e especialista em nutrição para cães e gatos Ana Paula Pereira. Ele tem vivido bem há quatro anos, e eu me tornei uma defensora ferrenha dessa forma de alimentação.

dieta caseiraMas as rações industrializadas são de todo ruins?

Não. As rações industrializadas são balanceadas e adequadas ao organismo dos animais domésticos, trazendo um benefício importante à saúde deles quando comparadas a uma alimentação baseada em sobras das refeições humanas. No entanto, também são alimentos transgênicos, conservados pelas substâncias cancerígenas (segundo a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer da Organização Mundial de Saúde) BHA e BHT, extremamente secos (com apenas cerca de 11% de umidade, estão sendo apontados como os principais responsáveis pelos casos de cálculo renal em cães) e repletos de sódio para se tornarem mais palatáveis. Uma pesquisa realizada pela zootecnista e mestre em nutrição Janine França também concluiu que animais alimentados com a dieta caseira têm melhores índices de colesterol e triglicerídeos do que aqueles alimentados com ração seca ou úmida. Tutores adeptos da dieta caseira para seus pets relatam, ainda, benefícios bem aparentes: prevenção do mau hálito; diminuição da queda de pelo; redução no volume e no odor das fezes; melhoria na disposição; e, é claro, maior prazer do animal ao se alimentar.

Como adotar a dieta caseira?

Caso seu animal esteja saudável (para confirmar, realize um check-up com seu veterinário de confiança), você pode seguir receitas disponibilizadas on-line, como nas páginas Cachorro Verde, da veterinária Sylvia Angélico, Cãolinária, da gastrônoma Renata Ferraz, e Cachorro pode comer isso?, da tutora Amanda Vettori. Tome cuidado com os alimentos proibidos, tóxicos para cães e/ou gatos. Outra opção, mais prática, porém mais cara (a dieta caseira pode sair até mais barata que rações industrializadas), é comprar as refeições naturais prontas, de fornecedores como o Pet Delícia e o PetChef, do Rio de Janeiro, e o La Pet Cuisine, de São Paulo. Caso seu pet tenha algum problema de saúde, é importante contatar um veterinário ou zootecnista que entenda de nutrição para elaborar uma dieta própria para ele.

David Bowie: personagem de Neil Gaiman?

Conto inspirado em Bowie é publicado on-line

Neil Gaiman, autor britânico que concedeu a Seleções uma entrevista por ocasião do lançamento de O oceano no fim do caminho (confira também os bastidores desse encontro), disponibilizou on-line o conto “The Return of the Thin White Duke”, inspirado no icônico David Bowie e ilustrado pelo artista japonês Yoshitaka Amano. Como Ziggy Stardust e Major Tom, The Thin White Duke foi um personagem de Bowie, cuja primeira aparição aconteceu na música “Station to Station”, do álbum homônimo de 1976.

bowie

O conto foi publicado originalmente no livro Trigger Warning: Short Fictions and Disturbances, publicado pela Intrínseca como Alerta de risco: contos e perturbações. A concessão do acesso gratuito ao material — apresentado como uma descarada ficção de fã —  foi a homenagem de Gaiman ao aniversário de um ano da morte do cantor, a quem ele se refere como seu último herói.

Beyond the mist is Malkuth: The Kingdom. But it does not exist unless you make it so. It becomes as you create it. If you dare to walk into the mist, then you will build a world or you will cease to exist entirely. And you can do this thing.”

["Além da bruma está Malkuth: O Reino. Mas ele não existe até que você o molde. Ele se torna o que você cria. Caso se atreva a atravessar a bruma, você construirá um mundo ou deixará inteiramente de existir. E você pode fazer isso.", em tradução livre.]

Em “The Return of the Thin White Duke”, Gaiman explora uma espécie de mito criador de David Bowie, ou, ainda, de autocriação: mais do que um mundo, mais do que estrelas, o que o duque de Gaiman forja é uma nova vida para si mesmo.

Bowie como Lucifer Morningstar

Essa não foi a primeira vez que Gaiman trouxe a admiração por Bowie para sua arte: a pedido do autor, Lucifer Morningstar, personagem de sua obra mais famosa, a graphic novel Sandman, foi desenhado por Sam Keith e Kelley Jones a partir dos traços do cantor. O personagem depois ganhou sua própria série de quadrinhos, escrita por Mike Carey e Peter Gross, na qual é retratado com uma estética inspirada na fase mais madura de Bowie. Na impossibilidade de o próprio Bowie interpretar o papel, os roteiristas da adaptação para a TV desse spin-off de Sandman decidiram não adotar a caracterização do personagem baseada no cantor, mas mantiveram a homenagem, conforme Tom Ellis, ator que interpreta Lucifer:

What we did do is take some of Bowie’s music and infused it into the pilot. Lucifer is a massive David Bowie fan.

["O que fizemos foi permear o episódio-piloto com músicas de Bowie. Lucifer é um grande fã de David Bowie.", em tradução livre.]

A criação indoor de gatos

criação indoorQuando se fala em adoção e guarda responsáveis, talvez as maiores polêmicas aconteçam em torno da esterilização (castração) e da criação indoor (sem acesso à rua).

Há muitos mitos envolvendo essas questões.

Por exemplo, o de que fêmeas devem dar cria uma vez na vida para evitar câncer de mama — quando, pelo contrário, estudos comprovam que a esterilização antes do primeiro cio reduz em cerca de 70% (alguns falam em até 99% em cadelas) o risco de câncer de mama, uma vez que os animais deixam de produzir os hormônios liberados durante o cio, que alimentam células cancerígenas. Já em machos, reduz a chance de problemas de próstata e de câncer de testículo. Outros benefícios são a eliminação da vulnerabilidade de fêmeas a infecções e tumores uterinos e a pseudociese (gravidez psicológica), a qual poderia resultar em mastite pelo aumento das glândulas mamárias para produção de leite; redução de comportamentos agressivos e dominantes em machos e da possibilidade de fugas em ambos os sexos; prevenção de crias indesejadas e doenças sexualmente transmissíveis (brucelose e tumor venéreo transmissível)… E não se preocupe: seu pet não ficará frustrado — pelo contrário, já que não irá mais produzir hormônios sexuais.

Mas e sobre a criação indoor?

Embora precisem de exercícios regulares (e esse é outro aspecto da adoção responsável: escolher um animal cujo nível de energia seja adequado à sua rotina), o acesso não supervisionado de cães à rua não costuma ser muito defendido. Já com gatos, a história é outra. Apesar de serem, sim, muito curiosos, com instinto exploratório e predatório aguçado, há uma romantização, baseada em valores humanos socialmente construídos, da necessidade de liberdade do gato, visto até como um animal boêmio. Mas a realidade é bem diferente.

Riscos.

Maus-tratos. Não muito distante da concepção romântica sobre a liberdade dos gatos está a de que esses animais são desapegados e interesseiros. Muita gente odeia gato. E, odiando ou não, muita gente é cruel. Seu gato domiciliado, acostumado a conviver com humanos, será presa fácil para adultos e crianças que não o tratem com o mesmo carinho que você.

Atropelamentos. Carros sempre são um perigo para animais na rua, mas especialmente para gatos, que, por serem menores, frequentemente não são vistos pelos motoristas.

Cães. Muitos cães são reativos a gatos e uma mordida pode ser fatal.

Brigas por território. Gatos urbanos formam sociedades agressivas e divididas em classes. Sim, existem regras. Se um gato desavisado invadir o território de um macho dominante, por exemplo, pode acabar seriamente machucado e ainda contrair, entre outras doenças, o vírus da imunodeficiência felina (FIV ou AIDS felina), leucemia felina (FeLV), peritonite infecciosa felina (PIF) ou esporotricose. Esta última consiste numa zoonose, ou seja, é transmissível para seres humanos.

Pulgas e carrapatos. Nenhum parasiticida é forte o bastante para proteger animais contra infestações grandes como as de rua. Carrapatos ainda transmitem erliquiose, que também é uma zoonose.

Crias indesejadas. Caso o animal não seja castrado (e, se ele se afasta de casa, provavelmente não é), ele vai cruzar. Você pode acabar com uma ninhada indesejada em casa. Pode ser difícil conseguir adotantes para os filhotes. Eles podem nascer com problemas de saúde genéticos. Sua gata pode morrer no parto. Ainda que seu gato domiciliado seja um macho, você, no mínimo, pode estar contribuindo com a população de animais abandonados nas ruas — uma questão de saúde pública.

Envenenamento. Veneno para rato também mata animais de porte maior.

O que fazer?

Ao serem esterilizados, gatos perdem boa parte do interesse em se afastar do território que consideram seu e onde se sentem seguros: a casa. No entanto, a esterilização não garante uma criação indoor segura sozinha. Por isso, é necessário instalar telas ou redes de proteção. Isso vale inclusive para tutores que morem em andares altos de prédios, pois, ainda que os gatos não possam fugir, eles podem acabar caindo por curiosidade com alguma coisa do lado de fora ou mesmo se jogando em um momento de pânico ou ansiedade.

Enriquecimento ambiental

Caso você ainda esteja lamentando todas as aventuras que seu gatinho irá perder ao não ter acesso à rua, lembre que o mundo dos gatos, diferentemente do dos cães, por exemplo, não é horizontal e o ambiente da casa pode não ser apenas controlado, de forma a se tornar seguro, como também enriquecido. As possibilidades são muitas: instalação de prateleiras que criem diferentes níveis para o gato explorar; brincadeiras e brinquedos interativos; simulação de caça ao oferecer as refeições (esconder o comedouro, colocá-lo em lugares altos ou mesmo usar brinquedos que liberem a ração ou petisco aos poucos conforme são manipulados pelo gato); arranhadores para que o bichano se alongue e afie as unhas; esconderijos (é possível fazer tocas para gatos com papelão e camisetas velhas); acesso a janelas (teladas, é claro) para observação da rua… Gatos brincam muito entre si, então também considere criar pelo menos dois juntos.

criação indoor

 

 

Seu pet tem medo de fogos?

seu pet tem medo de fogosEm época de festividades em que seja tradição soltar fogos de artifício, especialmente no Réveillon, muitos animais sofrem com o barulho desconhecido e, para seus ouvidos, ensurdecedor. As consequências passam por perda de controle do intestino e da bexiga; lesões autoinfligidas em resposta a ansiedade; convulsões; trauma e mudança de comportamento; e, em casos extremos, porém não raros, tragédia: apavorados e desesperados, os animais chegam a se enforcar na própria coleira, se atirar de andares altos e se jogar à frente de carros. Para piorar o quadro, isso acontece em um momento em que o acesso a atendimento veterinário emergencial está dificultado. Portanto, se seu pet tem medo de fogos, confira algumas dicas para preservar o bem-estar e segurança dele.

Criação indoor. Sempre.

Uma adoção responsável inclui criação indoor — sem acesso à rua. Esqueça tudo que você já ouviu sobre a ideia romântica de que animais, particularmente gatos, precisam “vadiar” para ser felizes. Pets podem explorar as redondezas por serem naturalmente curiosos ou em busca de um parceiro, caso não sejam esterilizados — e o argumento de que eles “precisam” cruzar ao menos uma vez na vida não passa de outro mito —, mas não são adaptados à nossa sociedade. Não à toa, a expectativa de vida de um animal com acesso à rua é muito menor do que a de um criado indoor: a esperteza do pet não o torna imune a atropelamentos, envenenamentos, brigas, agressões e contágios. Se a casa for preparada para impedir o acesso à rua, já eliminamos pelo menos duas das mais graves possíveis consequências do pânico de fogos: fugas e quedas de andares altos.

Não tente conter seu animal com uma guia.

Um tutor bem-intencionado pode achar que prender o animal com uma guia vai conter sua agitação, mas isso é perigoso: a ansiedade provoca movimentos frenéticos nos animais, e eles podem acabar se enforcando.

Tampões de ouvido.

Tufos de algodão já dão conta do recado. Coloque um, no tamanho apropriado, em cada ouvido do animal para abafar os sons.

Ambiente controlado.

O ideal é que, em dias com estouro de fogos de artifício, os animais sejam mantidos dentro de casa, não no quintal. Caso os tutores não estejam em casa, uma boa opção é deixar a televisão ou o rádio ligados, num volume não muito alto para o tiro não sair pela culatra e acabar estressando mais os pets. Se estiverem presentes, podem ir aumentando gradualmente o som dos aparelhos. Evite cômodos em que haja portas de vidro, para não correr o risco de eles se jogarem contra elas. Coloque travesseiros e almofadas nas paredes, para evitar impactos, e cobertores nas janelas, para abafar mais ainda o som. Forre possíveis tocas, como dentro do guarda-roupa ou embaixo da cama, com uma fronha ou cobertor. Apoie bebedouros e caixas de areia na parede ou num móvel firme, para que não sejam derrubados. Comida não deve ser deixada à vontade. Dê as refeições em horários programados e priorize uma alimentação leve, para prevenir distúrbios digestivos. Ventiladores e ar-condicionados também produzem sons reconfortantes, além de mitigar outra causa de estresse, em especial no final de ano no Brasil: o calor. Animais, particularmente cães, podem descontar sua ansiedade e medo uns nos outros, então, caso tenha mais de um e seja possível, pode ser prudente mantê-los separados se não estiver em casa com eles ou não tiver condições de separar possíveis brigas.

Florais e sedação.

Calmantes florais podem ajudar no controle da ansiedade do animal. Uma outra opção é a sedação, que deve ser feita e supervisionada pelo seu veterinário de confiança.

Truque do pano (Tellington touch).

A técnica, desenvolvida por Linda Tellington-Jones e inicialmente aplicada em cavalos, consiste em amarrar um tecido sobre peito e dorso do animal, formando um oito. A leve pressão ativa o sistema nervoso autônomo, fazendo o pet sentir-se mais seguro. Também há no mercado produtos como camisetas e coletes antiestresse, criados a partir do Tellington touch.

Adestramento.

Além das opções de emergência, você e seu bichinho podem se preparar para as festas do próximo ano com um adestramento específico para trabalhar a ansiedade causada por sons altos. O canal Adestrador Online adota o chamado adestramento positivo, sem punições que podem acabar traumatizando o animal.

Dicas para reparar danos em livros

livrosPara conservar seus livros, mantenha-os sempre limpos e secos. Se eles não tiverem capa, encape-os com papel laminado de PVC autoadesivo. No entanto, caso os volumes de sua biblioteca sofram algum dano, você ainda pode repará-los. Aí vão algumas dicas.

Recolocando uma lombada

Material: lixa fina; papelão; tela ou tecido que combine com o livro; estilete ou tesoura; faca cega ou espátula plástica; cola para madeira; papel pardo; dois pedaços de laminado de madeira um pouco maiores do que o livro; corda forte; e peso.

Limpe a lombada do livro com cuidado, removendo os restos de papel e cola. Dê o polimento com uma lixa fina para obter um bom acabamento.

Fazendo a lombada nova

Corte um pedaço de papelão que se adapte à lombada, ajustando o comprimento pela capa e quarta capa (não pela lombada em si, que é ligeiramente mais curta).

Em seguida, use o papelão como molde para cortar uma peça de tecido próprio para livro, acrescentando mais 2,5cm para as bordas. Para dar um bom acabamento, corte as abas levemente afiladas em cada extremidade.

Se o tecido possuir avesso, mantenha-o voltado para cima. Aplique cola no papelão e coloque-o no centro do tecido, dobrando sobre ele as abas superior e inferior. Em seguida, alise-os com uma faca ou espátula.

Fixando a nova lombada

Corte um pedaço de papel pardo que se ajuste à lombada, cole-o bem e coloque-o sobre a área, friccionando bastante.

Use a faca ou espátula para afastar o tecido suavemente nas margens expostas das capas a uma distância de cerca de 2,5cm.

Utilizando um pedaço de papelão, coloque cola no espaço entre a capa e o laminado de madeira, já preparado para a nova lombada.

Insira a aba e use a faca para pressionar o tecido em direção ao seu lugar adequado. Em seguida, coloque a segunda aba no outro lado.

Apoie o livro lateralmente e passe a faca ao longo da dobra, vincando bem a margem de cada lado.

Coloque uma tábua plana na parte superior do livro, alinhando-a de maneira que possa atingir a extremidade da lombada. Deixe um peso sobre ela durante toda a noite.

Colocando novamente a capa da lombada

Se a capa da lombada original puder ser reutilizada, limpe-a, verifique se ela está na posição adequada e cole-a na parte superior da nova lombada.

Para saber se a junção é realmente forte, coloque um rolo de papel sobre a área que foi consertada e um outro sobre as margens abertas da capa. Enrole todo o conjunto com uma corda e amarre-o para exercer pressão sobre a parte colada sem danificar ou cortar a capa. Deixe secar por completo antes de desfazer a operação.

Recolocando uma capa dura

Material: entretela; tesoura; agulha; fio de linho; faca afiada; cola para madeira; espátula; e peso.

Solte com cuidado a lombada original do livro no lado em que a capa se desprendeu. No entanto, não a separe completamente. Se necessário, use uma espátula bem fina para soltar as áreas coladas, sem fazer movimentos bruscos. Limpe a área exposta e não danifique os fios.

Fazendo o reforço da lombada

Corte um pedaço de entretela que seja um pouco menor do que o comprimento da lombada e duas vezes a sua largura, com uma margem extra de 2cm de cada lado. Afile os cantos.

Costure a entretela de forma a criar um tubo com a mesma largura da lombada, com ambas as margens soltas voltadas para um dos lados, sendo um lado o dobro do outro.

Prendendo o reforço da lombada

Espalhe cola uniformemente ao longo de toda a área exposta da lombada, certificando-se de que ela cubra toda a superfície.

Estenda a entretela ao longo da lombada do livro, deixando um excesso para formar abas soltas nas laterais. Friccione toda a capa para garantir que ela está bem aderente à lombada.

Pegue a capa solta e coloque-a em pé, com a margem descoberta voltada para cima. Com uma faca afiada, faça uma incisão de 2,5cm na capa para permitir a acomodação da aba da entretela.

Use uma espátula ou um pedaço de papelão para espalhar a cola de maneira uniforme dentro da incisão, tomando um cuidado especial para não atingir a superfície da capa. Manuseie sempre pequenas quantidades de cola.

Coloque uniformemente as abas da entretela dentro da fenda e deixe o livro secar, de preferência durante uma noite inteira.

Prendendo a lombada solta

No dia seguinte, espalhe cola sobre a face externa da entretela e pressione a lombada no lugar adequado. Segure o livro com a lombada voltada para cima e envolva a área da lombada com um pano ou um maço de jornais. Amarre-o firmemente com uma corda, distribuindo a pressão de forma equilibrada.

Quando estiver seco, apare ou cole as linhas soltas de tecido. Com uma caneta hidrográfica de cor apropriada, retoque as áreas da entretela que estejam expostas.

Consertando uma brochura

Material: faca; pequeno torno ou prensa para livros; arco de serra; papelão; cola para madeira; e espátula ou pedaço de papelão. Extra: papel de seda.

Para consertar uma brochura estragada, solte a capa com uma das mãos segurando com firmeza as páginas para expor a lombada. Faça isso com cuidado, tanto na capa como na quarta capa.

Preparando a lombada

Coloque um pedaço de papelão duro em cada lado do livro e, em seguida, comprima-o usando um pequeno torno ou prensa. Raspe os resíduos de cola e papel.

Usando um pequeno arco de serra, faça entalhes não muito profundos ao longo da lombada para preparar a superfície para absorver a cola. Com uma espátula ou um pedaço de papelão, espalhe a cola ao longo de toda a extensão da lombada. Deixe-a secar.

Recolocando a capa

Se a capa ou o reforço da lombada estiverem danificados, cole um pedaço de papel de seda sobre as áreas afetadas, alisando cuidadosamente.

Retire os cartões de apoio, recoloque o livro no torno e aplique uma segunda camada de cola à lombada. Deite a capa sobre a lombada que foi colada, ajustando-a na posição correta. Comprima bem uma contra a outra, procurando eliminar todas as bolhas de ar.

Para possibilitar um reforço ainda maior, espalhe uma camada de cola extra ao longo da cobertura exterior da lombada. Deixe secar totalmente.

Consertando uma página rasgada

Material: papel de seda; cola para madeira; espelho ou pedaço de vidro; papel-manteiga; e estilete ou tesoura. Extra: ferro de passar; papel adequado; e lápis com ponta.

Verifique se as margens rasgadas se encaixam e, se necessário, use um ferro de passar morno para alisá-las.

Rasgue um pedaço de papel de seda pouco maior do que o rasgão, fazendo com que ele tenha bordas em fiapos. Em seguida, aplique cola num pedaço de vidro ou espelho e deposite o papel de seda sobre a cola, batendo-o de leve.

Retire com cuidado o papel de seda do vidro ou do espelho e coloque-o (com a parte colada voltada para baixo) sobre a área rasgada, alisando-a com os dedos. Verifique se as margens rasgadas estão o mais próximo possível uma da outras.

Coloque um papel-manteiga entre as páginas consertadas e as adjacentes. Deixe o conserto secar. Sem seguida, remova os excessos de papel de seda com um estilete ou uma tesoura afiada.

Preenchendo uma lacuna

Se houver uma falha na área estragada, faça o remendo antes de aplicar o papel de seda com a cola.

Coloque um pedaço de papel do mesmo tipo debaixo da página. Com um lápis afiado e delicado, faça um molde do orifício sobre o papel. Certifique-se de que o remendo se ajusta perfeitamente ao orifício.

Corte ou destaque o molde da folha solta e ajuste-o no orifício. Em seguida, fixe-o com papel de seda e cola.

Recolocando uma única folha solta

Material: papel de seda ou papel fino; régua; estilete afiado; cola para madeira; e papel encerado.

Corte uma folha de papel de seda do mesmo comprimento do papel que se soltou e menor que o dobro da largura da margem.

Dobre o papel no sentido do comprimento e, em seguida, aplique cola para madeira em seu lado externo. Posicione com cuidado metade da tira de cola ao longo da folha solta, alinhando a nova margem da página e a dobra com a tira de papel. Verifique se a tira de papel não se sobrepõe às partes superior e inferior da página.

Verifique se a página está no lado certo e coloque-a dentro do livro. Confira também se a página que foi recolocada está bem firme no lugar e perfeitamente alinhada com as outras páginas do livro. Alise a outra metade da folha colada. Por fim, insira um pedaço de papel encerado na dobra, feche o livro e deixe-o secar sob pressão.

Consertos rápidos

  • Se um livro estiver úmido, coloque-o dentro de um freezer frost-free (que não requer descongelamento e que utiliza um sistema de ventilação a seco). Isso irá eliminar a umidade do papel. Se as páginas parecerem vincadas, pressione-as com um ferro quente.
  • Os livros mantidos em ambiente úmidos podem ser atingidos por mofo e fungo. Para manter os livros limpos e secos, coloque uma pequena quantidade de farinha de milho neles por algumas horas.
  • As estantes cheias de livros podem ser limpas rapidamente com uma escova de cortina conectada ao aspirador de pó ou com um pincel de pintura grande, macio e limpo.
  • Encadernações em couro podem ser limpas com sabão apropriado para couro, óleo de mocotó ou vaselina, aplicados suavemente com os seus dedos ou com um pano macio. Faça uma segunda aplicação algumas horas mais tarde.

Dicas retiradas do livro Como consertar quase tudo, 1998.

Pudim cítrico surpresa: gostoso e barato

pudim cítrico surpresa

Ingredientes

Para preparar o pudim cítrico surpresa, você vai precisar de:

  • manteiga derretida para untar;
  • 75g de manteiga sem sal amolecida;
  • 3/4 de xícara de açúcar refinado;
  • raspas e suco de 2 limões;
  • raspas e suco de 1 laranja pequena;
  • 3 gemas;
  • 3 claras;
  • pouco menos de 2/3 de xícara de farinha com fermento;
  • 450ml de leite desnatado;
  • açúcar de confeiteiro peneirado.

Modo de preparo

  • Preaqueça o forno a 190ºC. Unte um refratário raso de 1,75l.
  • Bata a manteiga em uma tigela até ficar cremosa. Adicione o açúcar e bata até a mistura estar leve e cremosa. Junte as raspas das frutas e acrescente as gemas, uma de cada vez.
  • Peneire a farinha sobre a massa e misture-a, juntando o leite e os sucos de limão e laranja. A massa deve ficar líquida e com aparência empelotada.
  • À parte, bata as claras em neve e misture-as aos poucos à massa cítrica, colocando metade de cada vez.
  • Passe a massa para o refratário. Coloque-o em uma assadeira com água morna de maneira que cubra metade dos lados do refratário. Asse por 35-40 minutos ou até a parte de cima da massa ficar levemente firme e castanho-dourada. Retire o doce do forno, polvilhe-o com açúcar de confeiteiro e sirva quente.

Rendimento

6 porções.

Nutrientes por porção

  • calorias: 330;
  • proteínas: 9g;
  • gordura total: 14g;
  • gordura saturada: 8g;
  • carboidratos: 44g;
  • fibra: 0,8g.

Dicas

  • Você pode fazer um pudim de chocolate e laranja se trocar o açúcar refinado por açúcar mascavo, além de 1 1/2 colher (sopa) de farinha de trigo pela mesma quantidade de chocolate em pó. Ponha também as raspas e o suco de 3 laranjas.
  • Se você não tiver açúcar de confeiteiro em casa, basta bater açúcar refinado no liquidificador.

 

O pudim cítrico surpresa é um doce clássico que vai agradar com certeza. À medida que o pudim cozinha, ele se separa magicamente em duas camadas: um molho macio por baixo e uma cobertura aerada por cima.

 

Receita retirada do livro Refeições incríveis por menos de R$ 5: como fazer pratos deliciosos sem gastar muito, 2010.

 

 

 

 

Gatos recém-nascidos: cuidados e dicas

gatos recém-nascidosComecemos pelo começo: é importante frisar que a castração ou esterilização é um elemento-chave da adoção responsável. Essa cirurgia, que retira parte dos órgãos sexuais, não apenas previne crias indesejadas e possível abandono de novos animais na rua como inibe comportamento dominante e demarcação de território, diminui diversos riscos de saúde, aumenta a longevidade e auxilia na criação indoor – sem acesso à rua –, embora não torne dispensável a instalação de telas. Isso posto, aí vão algumas dicas para o cuidado com gatos recém-nascidos.

Alimentação

O índice de mortalidade de gatinhos neonatos é alto. O desmame natural só aconteceria a partir da quarta semana de vida do animal, sendo recomendável que apenas seja afastado da mãe após os 60 dias.  Até serem capazes de se alimentar sozinhos, os filhotes são extremamente frágeis. Portanto, caso o gatinho seja órfão, tenha sido rejeitado pela mãe ou abandonado pelo tutor dela, uma primeira possibilidade é procurar, junto a veterinários e protetores, por uma gata lactante que possa amamentá-lo ou doar leite para ele. Caso isso não seja viável, o filhote deve ser alimentado com um suplemento industrializado substituto do leite materno (Pet Milk Vetnil e Support Milk Cat são produtos disponíveis no mercado brasileiro) ou com uma fórmula caseira, como a indicada pela veterinária Sylvia Angélico, especializada em nutrição caseira:

  • 2 xícaras de leite integral (se possível, de cabra);
  • 2 ovos grandes;
  • 5 colheres de chá de pó de proteína (de fontes animais);
  • 1/8 de colher de chá de pó de casca de ovos;
  • 2-3 gotas de limão;
  • e o equivalente à dosagem de um ou dois dias de complexo vitamínico para um gato adulto, em pó ou em comprimido, porém triturado.

Nas primeiras duas semanas de vida, o gatinho deve ser alimentado com o substituto, industrializado ou caseiro, do leite materno a cada duas horas, por meio de mamadeira específica ou seringa sem agulha. Jamais posicione o animal de barriga para cima quando o alimentar, ou ele pode aspirar o líquido para os pulmões. A partir da terceira semana, o filhote pode mamar com menos frequência (ao menos duas vezes ao dia) e ter à disposição um pires com o substituto de leite, para que comece a se acostumar a beber sozinho. Já a partir da quarta semana, é possível introduzir a dieta semissólida: ração seca umedecida no substituto de leite ou papinha de desmame.

Eliminação de dejetos

Durante as primeiras semanas de vida de um gato, a mãe lambe sua região genital e anal para estimular a eliminação de urina e fezes. Sem isso, é necessário fazer o mesmo com um pano molhado ou gaze úmida, de preferência com água morna, massageando suavemente do tórax ao baixo ventre e região genital e anal. Caso o animal passe 48h sem defecar, deve ser levado a um veterinário.

Temperatura

Nos primeiros dias de vida, o filhote não consegue regular sua temperatura e não mama a não ser que esteja aquecido. Por isso, a mãe passa a maior parte do tempo no “ninho” com seus filhotes, aquecendo-os com sua temperatura corporal. Caso precise reproduzir isso artificialmente, enrole uma bolsa de água quente em uma toalha ou manta, com cuidado para não queimar o filhote, e observe sua reação. Caso ele se afaste, está quente demais.

Ambiente controlado

Uma caixa de sapato pode acomodar bem o gatinho. É importante que ele fique num lugar seco, quentinho, não exposto a intempéries, mas ventilado. Outros animais, possíveis predadores, não devem ter acesso a ele. Um filhote se movimenta de forma insegura e ainda não apresenta o reflexo aéreo ou de endireitamento, que mais tarde lhe proporcionará a habilidade de cair de pé. Além disso, sua constituição ainda é muito cartilaginosa, e o impacto de uma queda pode ser mortal. Portanto, evite, nesse momento, que ele transite por móveis elevados.

Acompanhamento veterinário

Exame de fezes, vermifugação, vacinação, controle de peso… Esses são apenas alguns dos cuidados que você deverá ter com o gatinho muito em breve. Quanto antes começar o acompanhamento veterinário, melhor. Assim, você recebe a orientação adequada para garantir o crescimento saudável do animal.

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